Gasolina dispara nos EUA com impacto do Harvey nas refinarias

Órgãos especializados divulgaram que no domingo o preço médio de um galão de gasolina pulou 47 centavos desde a semana passada. O preço médio agora é de $ 2.67.




Um posto em Valdosta ofereceu gás durante o fim de semana por mais de US $ 3 por galão à medida que os preços subiram na sequência da interrupção do furacão Harvey das refinarias de petróleo do Texas e o desligamento de um gasoduto chave. (Foto-Terry Richards)

O preço da gasolina disparou nas bombas dos EUA, após quase um quarto da capacidade de refino dos Estados Unidos ter sido fechada com a tempestade Harvey, e operadores lidam para remanejar cargas no maior consumidor global de combustíveis.

Em algumas cidades americanas o galão da gasolina “Unleaded” chegou a passar do $3.00

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Os futuros de gasolina nos EUA registram um rali de cerca de 28 por cento desde a semana passada, para uma máxima de dois anos, acima de 2 dólares por galão, impulsionados ainda por temores de um aperto na oferta antes do fim de semana prolongado pelo feriado de Labor Day na segunda-feira.



No sexta-feria (1) boatos levaram milhares de consumidores a fazerem fila para encher o tanque dos carros por medo de uma provável interrupção no abstecimento.

Já na quinta-feira o petróleo Brent fechou em alta de 1,52 dólar, ou 2,99 por cento, para 52,38 dólares o barril, após queda de mais de 2 por cento na sessão anterior. O petróleo nos EUA subiu 1,27 dólar, para 47,23 dólares o barril, alta de 2,76 por cento.

As cheias provocadas pela tempestade tropical Harvey, que atingiram o coração da indústria de energia dos EUA e mataram ao menos 35 pessoas, paralisaram pelo menos 4,4 milhões de barris por dia (bpd) de capacidade de refino, segundo relatórios de empresas e estimativas da Reuters.

Os problemas fizeram o governo dos EUA a liberar parte de suas reservas estratégicas de petróleo pela primeira vez em cinco anos. Operadores também comentaram que muitos países estão redirecionando suas cargas para o país norte-americano.

Por Reuters



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